terça-feira, 6 de setembro de 2011

O PATINHO FEIO



Lá embaixo, na campina, escondido pela grama alta, havia um ninho cheio de ovos. Mamãe Pata deitava-se nele, toda feliz, aquecendo os ovinhos. Ela esperava com paciência que seus patinhos saíssem da casca.
Foi uma alegria doida no ninho. Craque! Craque! Os ovinhos começaram a abrir.
Os patinhos , um a um, foram pondo suas cabecinhas pra fora, ainda com as peninhas molhados. No meio da ninhada, havia um patinho meio estranho, bem diferente dos outros.
Uma pata gorda, a linguaruda do quintal, foi logo dizendo:
- Mas o que é muito cinzenta e feia?
Mamãe Pata ficou triste com o comentário da linguaruda. Aí ela falou:
- Não vejo nada de errado com o meu patinho!
- Eu vejo - disse a linguaruda, completando: - Nenhum dos outros
patinhos é assim!
Alguns dias depois, Mamãe Pata foi se balançando lá para as águas do lago, com os patinhos atrás. Plaft! Ela pulou na água - e um por um, os patinhos pularam também.
Nadaram que foi uma beleza. Até o patinho feio nadou com eles também.


BIBLIOGRAFIA:http://virtualbooks.terra.com.br

KENNEDY FREITAS NASCIMENTO

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Amigos da África-ZEBRA Matheus Oliveira e Silva


                 Li sobre a vida das zebras,elas são animais que vivem na África,em regiões semi-áridas,elas vivem em grupos,chegando até vinte zebras por grupo.
                  Elas migram de um lugar para o outro,quando o lugar que estão ficam muito seco,sem agua,elas vão em busca de comida e água.
                 Algumas zebras chegam a pesar mais de duzentos e cinquenta quilos.
                 Suas listras é uma espécia de camuflagem,que serve para elas se disfarçarem de seus predadores,por exemplo os leões.
                  Apesar de todas as zebras terem listras,nenhuma zebra é igual a outra,é como os seres humanos que possuem suas impressões digitais.Isso ajuda a diferenciar uma das outras.


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:GOOGLE.05/09/2011 RIO VERDE-GO 22H58M

Era uma vez um gatinho preto que nunca soube como foi parar ali, numa rua fria e chuvosa. A chuva fria o transformava numa bolinha de pêlo encharcada. Seus olhos desesperados de medo olhavam para aqui e para ali, para aqueles sapatos que passavam ao redor dele; a princípio achou que algum deles poderia lhe ajudar.
- Saia da minha frente, seu gato sarnento!
E um chute, e outro chute, e um pisão no seu rabinho, e outro pisão numa de suas patinhas; e os sapatos, cada um com seu caminho traçado, definido, planejado, seguiam adiante como se nada tivesse acontecido. E o pequeno filhote, louco de dor, refugiou-se num canto numa parede.
- Miu! Miu! - ele miava baixinho, trêmulo, olhando a noite ao redor, procurando um pouco de calor, de carinho, ou pelo menos de um pouco de sentido para sua dor, para seu abandono. Então, tremendo, adormeceu, sozinho, em meio a poças sujas e frias...
Meses depois...
Um enorme e elegante gato preto desfilava pelos muros. Seus pêlos negros e sedosos eram lindos. A postura do gato era a perfeita personificação da arrogância; seu olhar extremamente frio era um mudo desafio e um mistério insondável; era o único gato da região que os meninos tinham medo de mexer. O gato simplesmente não fugia quando provocado. Ele se arrepiava em silêncio e esperava pelo momento certo de cravar suas garras na cara do oponente, fosse ele um moleque malcriado, ou um outro gato, uma velha ranzinza ou um cachorro.
Por falar em cachorro, naquela região havia um quintal de uma família feliz em que ultimamente o gato estava gostando de passear. E o motivo era inusitado: ali ele via uma cachorra pastora alemã ser bem cuidada por aquela família; todos os dias a família inteira brincava com a cachorra, e todos se divertiam, rolando pela grama do quintal. A cachorra, sempre com a língua de fora, latia feliz e pulava no peito de todos.

aluno:wagner

O dinheiro, de Cabral ao real



                                                              



                        Bibliografia   

                         



Resumo:

   O livro fala que antes de Cabral vir para o Brasil, eles caçavam peixes. Depois que ele veio começou trocas entre os índios e os portugueses. Os índios davam ouro. Pedras e diamantes e os portugueses davam bugigangas.
    Em seguida os portugueses começaram a oferecer o euro, que foi passado de mão em mão. O Cabral percebeu que havia lugar para colocar esse euro, então montou um banco.
   Cabral então percebendo que o euro estava perdendo seu valor, jogou-o fora e inventou um novo dinheiro chamado real.


  




                                            

chapeuzinho vermelho

conta de uma menina que iria levar doce para
sua vovó ela tinha que ir pela estrada e foi
pela floresta e encontrou o lobo mau  e
perguntou:
o que vc leva nessa sexta?e ela respondeu:
-doce para minha vovozinha http://www.reidaverdade.com/wp-content/uploads/20
/05/Chapeuzinho-vermelho-2.jpg


de: ariane malta

capeuzinho vermelho

conta de uma mnina que ira levar
doçe para sua vovozinha a me dela falou para
ela ir pela estrada nao pela floresta
muito teimosa e desobedeseu sua
mae e foi pela floresta
no mei do caminho ela encontrou
o lobo mau e ele falou:
-o menininha o que voçe leva nessa
sexta?e ela respoudeu:
doçes para minha vovozinhahttp://www.reidaverdade.com/wp-content/uploads/2011/05/chapeuzinho-vermelho-4.jpg

capeuzinho vermelho